A mudança de política da NASA abre novas possibilidades para imagens, comunicação e experimentação em órbita e na superfície lunar. A permissão para dispositivos comerciais pretende reduzir a burocracia sem comprometer a segurança técnica ou a integridade das missões.
Neste artigo você vai entender por que Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua, quais são os benefícios, quais passos técnicos e administrativos são necessários, e como equipes da NASA e parceiros devem proceder para garantir conformidade e segurança. Leia até o final para obter recomendações práticas e uma FAQ com respostas a dúvidas comuns.
Permitir que Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua traz vantagens operacionais e de comunicação que vão além do simples uso pessoal:
Esses benefícios exigem, porém, que a introdução dos aparelhos siga regras técnicas e processos de aprovação rigorosos para minimizar riscos.
Para que Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua de forma segura, a NASA e parceiros vão aplicar um processo de integração em etapas claras:
Um fluxo típico de aprovação pode incluir: escolha de um modelo comercial - modificação do hardware (proteção contra radiação, blindagem EMI) - testes laboratoriais e em voo - inclusão em lista aprovada - treinamento da tripulação. Esse fluxo reduz a burocracia ao reutilizar soluções de mercado, mas mantém as etapas críticas de validação.
Para maximizar os ganhos e minimizar riscos, siga estas boas práticas quando considerar que Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua:
Ao implementar a política de que Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua, equipes e tripulantes devem evitar estas falhas recorrentes:
Evitar esses erros requer disciplina técnica, adesão a processos e treinamento contínuo.
A NASA exigirá avaliação de compatibilidade eletromagnética, testes de radiação, análise térmica, certificação de baterias e avaliação de software. Além disso, dispositivos devem ser submetidos a processos de segurança da informação e operacionais. A aprovação considera riscos técnicos, impacto nas operações e benefícios para a missão.
Não. O uso será regulado - publicações externas e uploads poderão ser gerenciados pela equipe de comunicação da missão para proteger informações sensíveis e coordenar conteúdo público. Há também restrições a apps não aprovados e a conexões externas que possam comprometer redes internas.
Smartphones comerciais não são naturalmente projetados para ambientes de alto nível de radiação ou temperaturas extremas. Para uso espacial, é necessário submetê-los a testes e, quando necessário, aplicar modificações físicas - como blindagem, encapsulamento e soluções de aquecimento - além de políticas de uso que reconheçam limitações operacionais.
Sim, existe risco se não houver controle. Por isso, testes de EMC são obrigatórios. Dispositivos que não passam em testes de interferência não são autorizados. Mesmo aparelhos aprovados podem ter restrições de uso próximo a equipamentos sensíveis.
Sim. Smartphones têm sensores úteis e podem ser empregados em experimentos de baixo custo como registro de vibração, monitoramento de vibrações, captura de imagens e testes de aplicativos. Esses usos precisam ser planejados e aprovados como parte do manifesto científico.
Dados gerados devem ser transferidos para sistemas da missão e armazenados conforme políticas de segurança. Arquivos pessoais ou de tripulantes podem ser permitidos, mas sujeitos a revisão. Criptografia e autenticação serão requisitos para acesso remoto e backups.
Normalmente não. Mesmo dispositivos pessoais precisam passar por avaliação. Em casos excepcionais e com controles estritos, pode haver autorização limitada, mas isso depende do modelo, condição do aparelho e conformidade com requisitos de segurança.
Permitir que Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua representa um avanço prático e simbólico: mais agilidade, menor custo e maior capacidade de registro e engajamento. No entanto, os benefícios só são reais se acompanhados por processos rigorosos de certificação, gestão de energia, proteção de dados e treinamento.
Principais conclusões -
Ação recomendada: equipes técnicas e responsáveis por missões devem iniciar agora a avaliação de modelos comerciais, planejar testes laboratoriais e incorporar procedimentos de gestão de dispositivos nos manifestos. Se você faz parte de uma equipe de missão, crie um plano de implementação que inclua seleção de aparelho, testes EMC e de radiação, políticas de dados e treinamento - e compartilhe os resultados com a comunidade para acelerar boas práticas.
Próximo passo: documente um fluxo mínimo viável para aprovação de um smartphone e conduza um teste-piloto em ambiente controlado antes de integrá-lo à missão. Isso transformará a permissão em benefício mensurável para ciência, comunicação e operações.
Este artigo foi baseado em informações de: https://tecnoblog.net/noticias/astronautas-da-nasa-poderao-levar-smartphones-nas-missoes-a-iss-e-a-lua/
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